Um homem,uma vida,uma morte.
Noite de chuva,luar negro,comensais da morte a procura de inocentes para poderem se alimentar de sangue frio.
Um suspiro,caído de joelhos sobre um barro provocado pela aquela chuva,ele implorava por sua vida.
Com suas foices, os seres começam a cortar sua alma pouco a pouco
Não há escapadora,ele gritava e implorava
Mais eles riam diante sua dor.
Enquanto isso,corvos voavam em círculos tranquilamente em volta de tal cena,
Um verso gótico era feito pela garotinha da igreja anti-cristo que serrava um de Seus pulsos com serra elétrica e fazia suas palavras em lugar de gritos de dor.
O teclado daquela mesma igreja tocará uma canção suave,
Sinistra que fazia os ouvidos daquele homem sangrarem aos poucos,
Ele urrava mas aquilo nada adiantava
Seus olhos não viam mais nada,estava prestes a partir para o chamado além.
Lobos uivavam perante a lua negra,
Um eclipse macabro,uma valsa do diabo.
Sacrificio a parte,
Igreja de cordeirinhos negros,
Música para aquela macumba insasiavel.
A carne dele apodrecia aos pés dos comensais, após ter perdido muito sangue,ele ainda suspirava de dor conseguindo falar sua última palavra,"filha"
Essa filha era a causadora da dor de seu pai,
Vendeu a alma de seu pai em troca de mero poder,
Queria mostra-se superior aquele que sempre falava que tinha sabedoria,
É como aquela velha hístória que o sábio da escuridão me contou.
Lobos uivavam perante a lua negra,
Um eclipse macabro,uma valsa do diabo.
Sacrificio a parte,
Igreja de cordeirinhos negros,
Música para aquela macumba insasiavel.
Caído com seu rosto sobre o barro,
o homem agora estava morto,os comensais desapareciam,a chuva parava e a menina da igreja anti-cristo,
parava de tocar o teclado suavemente e começava a tocalo rapidamente como um coração acelerado de medo.
Os corvos agora brigavam com os urubus pela carne do homem,
Uma sede de vingança de uma jovem,sempre acabará em morte.
Um ditado conhecido por poucos mais sempre prevalecido no mundo de porcarias.
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tnx 4 the add....
Noite Impiedosa
Um homem,uma vida,uma morte.
Noite de chuva,luar negro,comensais da morte a procura de inocentes para poderem se alimentar de sangue frio.
Um suspiro,caído de joelhos sobre um barro provocado pela aquela chuva,ele implorava por sua vida.
Com suas foices, os seres começam a cortar sua alma pouco a pouco
Não há escapadora,ele gritava e implorava
Mais eles riam diante sua dor.
Enquanto isso,corvos voavam em círculos tranquilamente em volta de tal cena,
Um verso gótico era feito pela garotinha da igreja anti-cristo que serrava um de Seus pulsos com serra elétrica e fazia suas palavras em lugar de gritos de dor.
O teclado daquela mesma igreja tocará uma canção suave,
Sinistra que fazia os ouvidos daquele homem sangrarem aos poucos,
Ele urrava mas aquilo nada adiantava
Seus olhos não viam mais nada,estava prestes a partir para o chamado além.
Lobos uivavam perante a lua negra,
Um eclipse macabro,uma valsa do diabo.
Sacrificio a parte,
Igreja de cordeirinhos negros,
Música para aquela macumba insasiavel.
A carne dele apodrecia aos pés dos comensais, após ter perdido muito sangue,ele ainda suspirava de dor conseguindo falar sua última palavra,"filha"
Essa filha era a causadora da dor de seu pai,
Vendeu a alma de seu pai em troca de mero poder,
Queria mostra-se superior aquele que sempre falava que tinha sabedoria,
É como aquela velha hístória que o sábio da escuridão me contou.
Lobos uivavam perante a lua negra,
Um eclipse macabro,uma valsa do diabo.
Sacrificio a parte,
Igreja de cordeirinhos negros,
Música para aquela macumba insasiavel.
Caído com seu rosto sobre o barro,
o homem agora estava morto,os comensais desapareciam,a chuva parava e a menina da igreja anti-cristo,
parava de tocar o teclado suavemente e começava a tocalo rapidamente como um coração acelerado de medo.
Os corvos agora brigavam com os urubus pela carne do homem,
Uma sede de vingança de uma jovem,sempre acabará em morte.
Um ditado conhecido por poucos mais sempre prevalecido no mundo de porcarias.